E não, não foi numa mala, nuns sapatos ou numa jóia! {Além de que eu nunca gastaria este valor num dos três artigos anteriores, mas isso é outra conversa...}
Foi mesmo na fármacia, em medicação profilática para apenas um mês, para mim e para o pimpolho.
Quem nos manda darmo-nos ao luxo de ter problemas respiratórios!
Quer seja eu ou o pai a deitar o pimpolho, a nossa rotina do pré-adormecimento inclui sempre um momento leve e descontraído a dois, em que conversamos, contamos uma história ou cantamos.
Há uns dias atrás, espontaneamente, deitámo-nos os três e partilhamos o livro "Na minha casa somos sete", da Cristina Taquelim. O pai começou a contar a história, que entretanto passou para mim e, perto do final, o pimpolho {que ainda não sabe ler} contou as páginas que restavam pelas ilustrações.
Visto à distância de uns dias, e precisamente pela espontaneidade da situação, foi um momento tão mágico, tão ternurento e tão especial. De papo para o ar, com os pés entrelaçados, a folhear o livro, rimos e emocionámo-nos com esta família de sete em que, tal como na nossa, os animais contam como elementos da família, e em que, tal como na nossa, há uma forte ligação com os avós. No fundo, estivemos em harmonia com esta deliciosa história do arco da velha, escrita com a mestria e sensibilidade da Cristina Taquelim, uma genuína contadora de estórias.
O Teaser Tuesdays é uma rubrica semanal organizada pelo blog Should Be Reading.
As regras são:
Pegar no livro que estamos a ler
Abrir numa página ao acaso
Partilhar duas frases dessa página. Atenção para não incluir Spoilers!
Partilhar o título e o autor do livro, para que os outros participantes o possam adicionar às suas listas TBR (To Be Read).
Nova semana e nova leitura. Já andava para ler este livro há imenso tempo e agora que lhe pus a mão, tive de colocar de lado as restantes leituras. Ainda vou muito no início, mas estou a gostar bastante! Oteaser tuesday da semana é:
"Como ela nunca recebe visitas, só organizamos o jantar dela e do senhor Johnny: costeletas de porco, galinha frita, rosbife, empadão de galinha, costado de carneiro, tomates fritos e puré de batata, além dos legumes. Ou melhor, eu cozinho e a senhora Celia mexerica nas coisas, mais parecendo uma criança de cinco anos do que a senhora rica que me paga a renda."
Depois destes últimos dias andarem pintados com uma certa tonalidade cinzenta, nada como começar uma nova e curta semana com um pouco de humor {negro}!! ;)
De que o meu filho tem 5 anos, entrou no 1º ano de uma escola que era a nossa 4ª opção.
De que o meu filho passou de uma escolinha pequena e familiar para uma escola que é um mundo, com miúdos do 1º ao 9º ano.
De que o meu filho passou de uma escola onde só se esfolavam joelhos para uma escola onde partem 'nucas' e pernas e até lá entram ambulâncias para ir buscar os meninos.
E que hoje {a primeira vez que o fui levar de manhã} ele ficou agarrado a mim a chorar.
Ainda não vos falei da nossa nova experiência escolar e acho que hoje também não é o dia, porque estou a ver o copo meio vazio e há todo um reverso positivo desta medalha.
Começei a fazer yoga há cerca de 7 anos, num ginásio familiar, perto de casa.
As aulas duravam perto de hora e meia e a professora era simplesmente fabulosa, sempre a incentivar-nos para superarmos os nossos limites nas posturas bem puxadas que nos propunha. Isto para vos dizer {apesar de vocês já saberem, concerteza ;)} que yoga não é apenas respiração, meditação e relaxamento. O hata-yoga pode ser bastante vigoroso, mesmo...
Entretanto, estive uns meses ausente do ginásio, que, algum tempo depois, acabou por fechar e infelizmente acabei por lhe perder o rasto.
Apesar de já feito yoga numa série de ginásios, mas nada chega à fasquia que ela estabeleceu.
Ficou o gosto pelo yoga e por este mantra {que a Deva Premal canta maravilhosamente}, que entoavamos na fase de relaxamento.