É altura de voltar a mexer o corpinho

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A minha vida desportiva tem sido irregular. Na verdade, não tem mesmo existido nos últimos meses.
Começo com imenso entusiasmo, que vai dando lugar a cansaço, que vai dando lugar a preguiça, que vai dando lugar a desculpas e mais desculpas para não sair de casa.
Depois vêm as dores nas costas, a diminuição da resistência respiratória e o sentimento de culpa por estar a deitar dinheiro pela janela.
Portanto, em vez de lamurias, há que arranjar força de vontade e fazer alguma coisa por mim e pela minha saúde. 
Mas nada de exageros nem excessos. Nada de dar um passo maior do que a perna, porque é isso que me acaba por fazer desistir. Começo com apenas uma aula semanal {melhor do que nada}, acrescida de uma caminhada noutro dia da semana. E a ver vamos se é desta que entro na linha!

Gula Time #4


O lanche é uma refeição que não dispenso durante a semana, mas ao fim de semana tem outro sabor!

Querido Outuno

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Vem de mansinho e traz contigo tempos de calma, de reflexão, de recolhimento. 
Eu que sou uma "Amante do Verão", já estou desejosa de dias mais frescos, das mantas, das velas, do chá quente a acompanhar um livro, de ficar bem aconchegada no quente da casa.

Não sei se vos acontece o mesmo...

... mas a maioria das pessoas que me rodeia anda revoltada, desmotivada, sem paciência, sem energia.
E isto pega-se, caramba!!

{Eu sei que o estado da Nação não ajuda, mas ver sempre o copo meio vazio também não!}

Bem dito, bem feito!



As resmas de tomate deram lugar a um {modéstia à parte} magnífico e delicioso doce. 
Graças às dicas da Rita, da Lena e da Maria, e para fazer jus às competências doceiras da minha avó materna, arregacei as mangas e pus as mãos na massa no tomate! 
A receita (adaptada daqui - em vez de gengibre, usei casca de limão) é do mais simples que há. Tirando o trabalho prévio de arranjar o tomate (a parte mais morosa do processo), basta misturar tudo, pôr ao lume e ir mexendo de vez em quando. 
Diz quem provou que estava uma delícia. E eu confirmo. 
O que sobrou para contar a história foram mesmo as fotos!

ABC



Hoje é o Grande Dia!
E estas moçoilas já bem conhecidas do pimpolho, que se ponham a pau, porque a partir de hoje nada mais será como dantes!
A maior das sortes (motivação, esforço, empenho, dedicação), filho!

O sapo e o escorpião

Certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio.
O escorpião vinha fazer um pedido:
"Sapinho, você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?" 
O sapo respondeu: "Só se eu fosse tolo! Você vai me picar, eu vou ficar paralisado e vou afundar."
Disse o escorpião: "Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos." 
Confiando na lógica do escorpião, o sapo concordou e levou o escorpião nas costas, enquanto nadava para atravessar o rio.
No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no sapo.
Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou:"Porquê? Porquê?" 
E o escorpião respondeu: "Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza."

E, mais uma vez, O B R I G A D A  F. pela partilha destas fábulas, parábolas e metáforas que, sem dúvida, tão bem ajudam a crescer e a viver.

11.09.2001


Há 11 anos, o mundo parou. 
E, em suspenso, de olhos pregados na tv, vimos que o {parece} impossível, pode acontecer. E que tudo pode mudar em apenas segundos.

Teaser Tuesdays #32


O Teaser Tuesdays é uma rubrica semanal organizada pelo blog Should Be Reading.
As regras são:
  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página ao acaso
  • Partilhar duas frases dessa página. Atenção para não incluir Spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro, para que os outros participantes o possam adicionar às suas listas TBR (To Be Read).


Mais uma nova leitura, que acabou por se sobrepor ao Hotel Memória de João Tordo, não fosse eu uma apaixonada por Barcelona e Gaudí!

Sem mais demoras, teaser tuesday da semana é:



"As lembranças desvaneciam-se, mas, de todos os fragmentos, de guerras, amores e aventuras, naquele dia recordou um acontecimento diferente. Um episódio que jamais revelaria ao visitante nem a ninguém, e que levaria consigo para a cova."

p. 90, A Chave Gaudí, Esteban Martín e Andreu Carranza