Intolerâncias

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Fiz recentemente um teste de intolerâncias alimentares por ter digestões difíceis.
Espanto dos espantos tenho uma enorme intolerância à lactose. Ou talvez não seja assim tão surpreendente, dado que o pimpolho também tem.
O problema é que eu ADORO leite {magro}. Era capaz de beber ao pequeno almoço, lanche e antes de dormir. Quase um litro por dia.  E escrevo no passado porque deixei mesmo de beber... E estou a ressacar!!!

Mãe desnecessária



A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. (...)
Ser "desnecessária" é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autónomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical.
A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo.
O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres.
Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser "desnecessários", nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.
Márcia Neder | Psicanalista

Recebi este texto por email e não lhe liguei muito (ou nada, mesmo).
Mas, numa segunda oportunidade de leitura, fiquei rendida. Isto é tão verdade, quanto difícil.
Uma genuína demonstração de altruísmo que define bem o que é ser Mãe. 

Ainda o Desafio As Amantes do Verão

 

Para além de um mês de Junho super, com 30 post's sobre o Verão, que conseguiram misturar memórias passadas, o aqui e agora e ainda perspectivar o futuro...
Para além de ter descoberto blogues e bloggers fantásticos...
Para além de tudo isto, um bem nunca vem só!

Ganhei esta bolsinha fofa feita pela Rita Cambim a partir de fita das "velhinhas" cassetes VHS.
E para além de imaginativa, reciclando um material improvável, a Rita acertou em cheio num pequeno detalhe: o meu gosto especial por chaves antigas!

Obrigada ;)

A Residência Espanhola



Gosto de comédias romântico-dramáticas francesas. 
Pelo ritmo alucinante e intenso. Pelo humor não gratuito.
E A Residência Espanhola não foi excepção.
A acção passa-se maioritariamente em Barcelona (cidade em que adoraria viver!), numa casa alugada por estudantes universitários, das mais diversas nacionalidades, que estão a fazer Erasmus naquela cidade.
Fala dos amores e desamores próprios da fase universitária, longe das asas dos pais. 
Fala da liberdade adquirida quando passamos de cidadãos da nossa cidade natal para cidadãos do mundo. E isso é, indubitavelmente, uma experiência de um enriquecimento pessoal sem preço! 

Um ponto contra - Barcelona surge como uma cidade suja, em que os contentores do lixo estão sempre atulhados
Um ponto a favor - A música No Surprises dos Radiohead que surge várias vezes no decorrer do filme

O que eu não sabia é que A Residência Espanhola tem continuação e que, por sinal, vi há uns anos: As Bonecas Russas.
Bom motivo agora para o rever!

Outras vidas cá de casa


Neste passeio que fizemos, o Sr. Q. ofereceu-me um pé de flor tipo sardinheira.
Eu, que adoro plantas, fiquei radiante e, com todos os cuidados e carinho, tenho vindo a tratar dele.
A recompensa chegou!

E por aqui estamos assim...



Esta tem sido seguramente a semana mais stressante dos últimos tempos.

Trabalho a mil (numa equipa de 4 pessoas, 3 estão de férias e eu não sou nenhuma destas 3!), parece que aproveitaram a ida das veraneantes para se lembrarem de tudo ao mesmo tempo!

Fim do pré-escolar do pimpolho, agradecimentos e despedidas = choradeira monumental!

Ver as listas dos meninos inscritos no 1º ano = apesar de se fazer a inscrição apenas numa escola (sede do agrupamento)  é necessário ir a cada uma das escolas ver as listas de entrada. 
E colocar as listas online, não?!
O pimpolho é "condicional" (ie. só faz 6 anos depois de 15 de Setembro), portanto só entra se houver vagas!
E entrou? SIM!!!! Na 4ª opção (em 5), mas entrou!!!!

Carro (a chave da ignição decide não funcionar, quando saio de casa já atrasada para uma reunião, já tenho as pessoas à minha espera e ainda tenho coisas para fazer antes de chegar ao trabalho)!

Paciência  e tolerância abaixo de zero logo pelo fresco da manhã!

Se eu chegar às férias sem me dar antes um piripaque já me posso dar por MUITO contente!!

Teaser Tuesdays #29

O Teaser Tuesdays é uma rubrica semanal organizada pelo blog Should Be Reading.
As regras são:
  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página ao acaso
  • Partilhar duas frases dessa página. Atenção para não incluir Spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro, para que os outros participantes o possam adicionar às suas listas TBR (To Be Read).

E com este livro retomo os Teaser Tuesdays que ficaram "bloqueados" com O Prémio de Irving Wallace, livro, que por sinal, está ainda em leitura e ainda longe do fim!
Então cá vamos ao teaser desta semana :





"A Cláudia, como eu já havia reparado, tinha o mau hábito de nunca querer pôr o cinto de segurança senão após insistentes pedidos. Mas, desta vez, vi-a colocar discretamente o cinto e aos poucos ir-se encolhendo pelo banco abaixo, como se não quisesse ver a estrada."

p. 28, No teu deserto, Miguel Sousa Tavares

Hoje


Hoje é um dia de viragem.

Último dia de pré-escolar.
Último dia da escola de sempre, das educadoras e cuidadoras de sempre, dos colegas de sempre.

Primeiro dia de uma etapa nova, que hoje se decide:
Entra? E qual é a escola?

Lunch Time


Gosto do silêncio, do sossego. 
Preciso de estar só, com os meus pensamentos e com a natureza. 
Quiçá por ser filha única, sinto frequentemente a necessidade de recuperar este espaço vital que é só meu.
E quando assim é, vou para o meu refúgio, um espaço mágico que descobri por um mero acaso, um oásis no meio da cidade e do buliço.
Levo-me, junto com o almoço e um livro. E ali fico, durante um tempo sem relógio, a dar alimento à vista e à alma.