Teaser Tuesdays #15


O Teaser Tuesdays é uma rubrica semanal organizada pelo blog Should Be Reading.

As regras são:
  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página ao acaso
  • Partilhar duas frases dessa página. Atenção para não incluir Spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro, para que os outros participantes o possam adicionar às suas listas TBR (To Be Read).

E passadas umas semanas sem esta rubrica, o teaser tuesdays da semana é:





"Foste tu que escolheste o nome para o nosso filho. Tinhas a certeza de que seria um rapaz, e o meu pai, pousando delicadamente as mãos na tua barriga, tinha-to confirmado."


p. 44, Para Sempre, de Susanna Tamaro




E qual é o vosso teaser tuesday desta semana? Deixem comentário no post!

Hoje estava a precisar de algo assim...

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Depois do dia de ontem [o meu primeiro dia com um horário de trabalho das 9h às 22h], confesso que hoje estava a precisar de algo deste género. Sim, e ainda só foi o primeiro dia!
Hoje há mais!!

“Despite everything, I believe that people are really good at heart.”





Depois de ter lido este, este e este livro durante a minha adolescência, este livro no verão passado e ter visto esta peça de teatro há pouquíssimo tempo, partilho esta frase que é atribuída a Anne Frank.

“Despite everything, I believe that people are really good at heart.”

Nunca é demais falar no Holocausto nazi. Nunca é demais relembrar as atrocidades cometidas contra o povo judeu. Nunca é demais pensar em todas as pessoas que se viram privadas de tudo aquilo que é mais básico na condição humana, que sofreram horrores e morreram devido aos delírios de grandeza e superioridade de um bando de loucos.
Nunca poderemos (nem devemos) esquecer esta barbárie, principalmente por que continua a acontecer em menor escala por este mundo fora.

Para grandes males...

Que a crise anda por aí, todos vamos sabendo e sentindo. Uns mais e outros menos, é certo.

Para mim, este mostrengo já chegou há cerca de 1 ano e meio atrás, quando, ao passar a ter o meu vínculo de trabalho mais sólido, passei também a ter menos cerca de 15% do meu ordenado.
Graças aos subsídios de férias e natal, a coisa ia-se compondo e equilibrando. Só que este ano, sem os ditos, a coisa vai de mal a pior.

Como por aqui, medo de trabalhar nunca houve, em menos de nada (felizmente!!), consegui um part-time que me vai permitir não ter a corda tão apertada ao pescoço. 
Tem vantagens? Tem, claro, ainda agora mesmo a enunciei! 

E desvantagens? Também! Principalmente, o facto de trabalhar durante a semana das 9h às 22h ter impacto na minha vida familiar. E este é, sem dúvida, o aspecto que mais me angustia. Porque descansar menos, andar a correr de um lado para o outro a gerir dois horários de trabalho, ter de colocar outros interesses / projectos (ginástica, curso, etc...) temporariamente de lado, enfim, vai-se gerindo. Agora, explicar a situação ao pimpolho (que, recordo, tem 5 anos), e ele me pedir: 
- Oh, mãe, mas pede à tua chefe que te deixe sair um bocadinho mais cedo para ainda poderes brincar comigo antes de eu me ir deitar...
E mesmo sabendo e respondendo eu que vai ser pouco tempo (e vai!), o meu coração de mãe não tem outra forma de ficar se não muitooooo apertado...

Fora este pormaior, só espero que corra tudo bem!!! Wish me luck ;)
E tendo começado hoje, dia 13 (my lucky day), acho que é bom presságio!! 

FEBphotoaday #8


#8. sun - Sol de Inverno

Opinião | Marina, de Carlos Ruiz Zafón


Sinopse:
"Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro"

Opinião:
Com Marina, regressei a Barcelona e a Zafón. 
Barcelona, cidade que adoro, com a qual me identifico, onde gostaria até de viver. E Zafón, cuja escrita venero desde que li A Sombra do Vento.

Este romance, prévio ao A Sombra do Vento, fala-nos também daquilo que move os homens, dos sentimentos e emoções dicotómicos transversais a qualquer ser humano: o amor, o medo, a paixão, a raiva, a perda, a vida e a morte. 
São duas histórias, em paralelo, que têm como ponto comum os protagonistas, Óscar e Marina. Ambas envoltas em nevoeiro e mistério e conduzidas por locais míticos e zonas mais sombrias da bela Barcelona, como tão bem Zafón sabe fazer. Se de uma  parte da história adorei pela forma envolvente com o autor nos leva, da outra não poderei dizer o mesmo, principalmente por ter alguns contornos fantásticos (e inverossímeis) que não me agradam ou cativam particularmente.  
Ainda assim, um livro que vale muito a pena ler!

Portanto, termino como comecei. Com Marina, regressei a Barcelona e a Zafón.