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Não é o fim do mundo

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... apesar de lhe (nos) ter tirado o tapete, posto muitos planos em modo stand-by e muitos pontos de interrogação no que está para vir....
 

Baby shower


O fim de semana vai trazer uma ocasião muitoooo especial, porque a princesinha B. está quase a chegar!
Poder-lhe-ão chamar baby shower ou chá de panela, mas eu chamo-lhe estar com um casal que gosto mesmo muito e relativamente ao qual espero que a nova etapa de vida lhes preencha o coração com ainda mais amor e felicidade. 
Portanto, mesmo que se avizinhe chuva, o nosso fim de semana vai ter Sol. Daquele que aquece por dentro.

Brilhante

 
... é a nova série documental da SIC, Momentos de Mudança.
 
Queria muito ter visto o primeiro episódio, mas na altura não fui a tempo.
Começei então pelo segundo, em que o Vitor não tem outra alternativa que não encerrar a fábrica e emigrar, e esta semana assisti à forma como a Alexandra vive e convive com o HIV.
Ontem, e graças ao site da SIC, acompanhei o nascimento do Duarte.

Tocante, comovente, de um respeito extremo pelos intervenientes e de um cuidado editorial fora de série (a banda sonora, a fotografia...).
Histórias com alma e com gente. Histórias que retratam uma vida que podia ser minha ou vossa.
Apenas 30 minutos de programa, que revelam muitas e muitas horas de trabalho. 
Do melhor no panorama televisivo actual.

Portanto se ainda não viram, façam um favor a vocês mesmos: 2ªs feiras, depois do Jornal da Noite.

Luxos



E não, não foi numa mala, nuns sapatos ou numa jóia! {Além de que eu nunca gastaria este valor num dos três artigos anteriores, mas isso é outra conversa...}
Foi mesmo na fármacia, em medicação profilática para apenas um mês, para mim e para o pimpolho.
Quem nos manda darmo-nos ao luxo de ter problemas respiratórios!

Bedtime stories

 
Quer seja eu ou o pai a deitar o pimpolho, a nossa rotina do pré-adormecimento inclui sempre um momento leve e descontraído a dois, em que conversamos, contamos uma história ou cantamos.

Há uns dias atrás, espontaneamente, deitámo-nos os três e partilhamos o livro "Na minha casa somos sete", da Cristina Taquelim. O pai começou a contar a história, que entretanto passou para mim e, perto do final, o pimpolho {que ainda não sabe ler} contou as páginas que restavam pelas ilustrações.

Visto à distância de uns dias, e precisamente pela espontaneidade da situação, foi um momento tão mágico, tão ternurento e tão especial. De papo para o ar, com os pés entrelaçados, a folhear o livro, rimos e emocionámo-nos com esta família de sete em que, tal como na nossa, os animais contam como elementos da família, e em que, tal como na nossa, há uma forte ligação com os avós. No fundo, estivemos em harmonia com esta deliciosa história do arco da velha, escrita com a mestria e sensibilidade da Cristina Taquelim, uma genuína contadora de estórias.

E a felicidade é feita destes momentos.

Este é um ‘Momento Limetree’

Sorriso nos ombros


Adoro esta frase deliciosa que a minha professora de pilates e body balance utiliza durante a aula.
É um excelente mantra para nos mantermos focados no corpo e termos uma postura corporal correcta.
Melhor só, sorriso nos ombros e nos lábios!

Por aqui tudo bem!

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Tenho estado um pouco afastada da blogosfera porque ando de agenda lotada e de coração cheio!
A semana passada teve dose dupla de aniversários: um a dois e os 6 aninhos do pequenote. Portanto, muito doce no coração e na barriguita ;)
A semana de trabalho {apesar de reduzida} foi dura, mas o fim de semana prolongado soube pela vida e novas actividades radicais se avizinham!
E desse lado, o que andam a fazer?

Da nova vida escolar

Ainda não vos falei da nossa nova experiência.
De que o meu filho tem 5 anos, entrou no 1º ano de uma escola que era a nossa 4ª opção.
De que o meu filho passou de uma escolinha pequena e familiar para uma escola que é um mundo, com miúdos do 1º ao 9º ano.
De que o meu filho passou de uma escola onde só se esfolavam joelhos para uma escola onde partem 'nucas' e pernas e até lá entram ambulâncias para ir buscar os meninos.
E que hoje {a primeira vez que o fui levar de manhã} ele ficou agarrado a mim a chorar.
Ainda não vos falei da nossa nova experiência escolar e acho que hoje também não é o dia, porque estou a ver o copo meio vazio e há todo um reverso positivo desta medalha.

Gayatri Mantra



Não há professora de yoga como a primeira.
 
Começei a fazer yoga há cerca de 7 anos, num ginásio familiar, perto de casa.
As aulas duravam perto de hora e meia e a professora era simplesmente fabulosa, sempre a incentivar-nos para superarmos os nossos limites nas posturas bem puxadas que nos propunha. Isto para vos dizer {apesar de vocês já saberem, concerteza ;)} que yoga não é apenas respiração, meditação e relaxamento. O hata-yoga pode ser bastante vigoroso, mesmo...
Entretanto, estive uns meses ausente do ginásio, que, algum tempo depois, acabou por fechar e infelizmente acabei por lhe perder o rasto.
Apesar de já feito yoga numa série de ginásios, mas nada chega à fasquia que ela estabeleceu.
Ficou o gosto pelo yoga e por este mantra {que a Deva Premal canta maravilhosamente}, que entoavamos na fase de relaxamento.

Gayatri Mantra
Om Bhur Buvah svaha
Thath savithur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yonah prachodayat

TPS's


Na 6ª feira passada, o pimpolhex trouxe os primeiros TPC's.
Muitos i's minúsculos e maiúsculos para fazer, uma igreja para pintar e uma espécie de espirais para continuar.
Queria despachá-los logo na 6ª feira à noite, tal era o entusiasmo. Mas, com outras distracções pelo meio, acabou por fazê-los no domingo de manhã.
O papi acompanhou, explicou e incentivou.
E esta é a foto do 'antes', porque a do 'depois' afianço-vos que está cheia de certos!

17:18


E ainda tenho tanto para fazer hoje...

I'm feeling kinda lost


Às vezes, o correr dos dias, as {mil e uma} responsabilidades, o cansaço acumulado toldam-nos a visão das coisas.
Retiram a objectividade e simplicidade da vida.
Erguem barreiras difíceis de ultrapassar.
E damos por nós sem saber muito bem para que lado ir.
Felizmente, é só às vezes.

É altura de voltar a mexer o corpinho

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A minha vida desportiva tem sido irregular. Na verdade, não tem mesmo existido nos últimos meses.
Começo com imenso entusiasmo, que vai dando lugar a cansaço, que vai dando lugar a preguiça, que vai dando lugar a desculpas e mais desculpas para não sair de casa.
Depois vêm as dores nas costas, a diminuição da resistência respiratória e o sentimento de culpa por estar a deitar dinheiro pela janela.
Portanto, em vez de lamurias, há que arranjar força de vontade e fazer alguma coisa por mim e pela minha saúde. 
Mas nada de exageros nem excessos. Nada de dar um passo maior do que a perna, porque é isso que me acaba por fazer desistir. Começo com apenas uma aula semanal {melhor do que nada}, acrescida de uma caminhada noutro dia da semana. E a ver vamos se é desta que entro na linha!

Querido Outuno

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Vem de mansinho e traz contigo tempos de calma, de reflexão, de recolhimento. 
Eu que sou uma "Amante do Verão", já estou desejosa de dias mais frescos, das mantas, das velas, do chá quente a acompanhar um livro, de ficar bem aconchegada no quente da casa.

Não sei se vos acontece o mesmo...

... mas a maioria das pessoas que me rodeia anda revoltada, desmotivada, sem paciência, sem energia.
E isto pega-se, caramba!!

{Eu sei que o estado da Nação não ajuda, mas ver sempre o copo meio vazio também não!}

11.09.2001


Há 11 anos, o mundo parou. 
E, em suspenso, de olhos pregados na tv, vimos que o {parece} impossível, pode acontecer. E que tudo pode mudar em apenas segundos.

Green mood

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| Fonte |

Para começar a semana em tons de esperança!

Porque apesar das novas medidas para nos virem roubar mais ao bolso,
Porque apesar de ter uma actividade profissional que, a maioria das vezes, é dura, desgastante, difícil e desmotivante,
A verdade é que tenho uma situação profissional estável {até ver...} e isso, nos dias que correm, é para lá de bom!

Posso parecer ingrata...

...  mas não sou!!
Aliás, se há coisa que me irrita profundamente {por já me ter sentido injustiçada a esse nível}, é essa falta de reconhecimento daquilo que os outros fazem por nós e, por isso mesmo, não posso deixar de agradecer e muitooo quando me presenteiam com miminhos!
Só que sinceramente não morro de amores por estes desafios dos selinhos. E estar a responder apenas por responder, não faz parte da minha forma de estar na vida nem no blog.
Mas as meninas que os enviaram merecem um agradecimento, sem qualquer dúvida!


Carla M. Soares | monster blues

TAG - 11 perguntas

Patrícia Cálão | Chá da Meia-Noite
Ruthy | A viajante


O B R I G A D A por terem sido tão generosas! E desculpem qualquer coisinha, sim?! 

A conquista do Verão


Primeiro, o papi incentivou-o a tirar uma rodinha.
Andava completamente torto, inclinado para o lado, desequilibrava-se, não aguentava praticamente nada a pedalar...
Voltaram as duas rodinhas ao lugar prévio.

Numa noite de ida ao café, pediu ele que tirássemos as duas rodas.
Não conseguia de todo equilibrar-se, mas não desistia.
Um miúdo mais velho {talvez com 10/11 anos}, viu-o naquela "luta", achou-lhe piada e esteve numa de coach a dar-lhe umas dicas, O que tu tens de fazer é tentar equilibrar-te, Vá, não desistas, Agora tens de tentar pedalar daqui até aos pais, dizia. E o pimpolho escutava-o com a maior das atenções.
Voltaram as duas rodinhas ao lugar prévio.

Cerca de dois dias após o tal coaching no café, e com alguns treinos da sua própria iniciativa, deu mais um passo na sua autonomia e começou mesmo a andar sem a dupla de emplastros circulares.

Nunca imaginei que lhe fosse tão fácil e rápido... O raça do miúdo é persistente, xiça!